Category: Formações
Como combater as distrações durante a oração?
Padre Paulo Ricardo
Embora não seja desejável, a distração é uma realidade na vida de todo cristão. Já se sabe que mesmo a oração feita de maneira distraída possui valor diante de Deus. Contudo, ela não propicia que a pessoa avance na vida de santidade e adentre outras moradas. A luta de todos deve ser, portanto, para combater a distração e assim auferir dela a refeição da alma, como ensina Santa Teresa d’Ávila.
O Espírito Santo, um ilustre desconhecido
Dom Henrique Soares da Costa
Domingo próximo, a Igreja estará encerrando o tempo pascal. Durante cinqüenta dias, de um modo intenso e rico em símbolos, palavras e emoções, os católicos celebramos a ressurreição do Senhor. Agora, este tempo finda com a Solenidade de Pentecostes, que faz memorial do dom do Espírito Santo feito pelo Cristo ressuscitado à sua Igreja.
A excelência da Castidade
Ninguém melhor que o Espírito Santo saberá apreciar o valor da castidade. Ora, Ele diz: “Tudo o que se estima não pode ser comparado com uma alma continente” (Eclo 26, 20), isto é, todas as riquezas da terra, todas as honras, todas as dignidades, não lhe são comparáveis. Santo Efrém chama a castidade de “a vida do espírito”; São Pedro Damião, “a rainha das virtudes”; e São Cipriano diz que, por meio dela, se alcançam os triunfos mais esplêndidos.
Onde estão as testemunhas?
Cardeal Odilo Scherer
A preocupação da Igreja com a transmissão da fé em nossos dias deve ser levada plenamente a sério. Como está sendo transmitida a fé às novas gerações? Será que vamos deixar que a fé se apague, como uma lamparina que o vento forte apaga ou como chama que se extingue porque o óleo na lamparina acabou? A fé cristã é dom de Deus. Mas também é um ato humano, mediante o qual se acolhe livremente a Deus e sua ação na própria vida
Escolhe, pois, a família
A importância da luta pela família diante das ideologias anti-cristãs
A questão sobre o “casamento” gay só é polêmica porque a identidade da família está em crise. Isso deve-se, em parte, à militância agressiva dos movimentos LGBTs que, apoiados na grande imprensa, monopolizam o debate público e o transformam num verdadeiro monólogo. Com efeito, as opiniões conflitantes são varridas dos canais de informação, sob os pejorativos de “preconceituosas” ou “homofóbicas”
O martírio das Carmelitas na Revolução Francesa
A escritora Gertrud von le Fort mostrou em seu livro A ÚLTIMA AO CADAFALSO (Ed. Quadrante, SP), o quão perversa e sanguinária foi a Revolução Francesa (1789) que nada teve de “Igualdade, liberdade e fraternidade”, como se propaga, mas foi a encarnação diabólica do mal na França, especialmente contra a Igreja Católica. O texto abaixo mostra o assassinato covarde e revoltante de 16 irmãs carmelitas de Compiègne, na guilhotina, acusadas maldosamente de serem “subversivas” e inimigas da Revolução.
Um Canalha no Espelho
Um dia hei-de descer a rua devagar e entrar na loja da Cecília. Farei isso talvez mesmo antes de comprar o jornal. Ou pode ser que nem o compre, pois será dia de ter no pensamento apenas aquilo que realmente é importante. A verdade é que o jornal não fala das pessoas que vivem na minha casa, aquelas que mais tenho obrigação de amar.
A crise da educação das crianças
O debate em torno das novas propostas de família traz à tona uma questão que, muitas vezes, passa despercebida: a educação das crianças. O lar, conforme ensina o Papa Paulo VI, é “a primeira escola das virtudes sociais de que as sociedades têm necessidade”. A mãe e o pai, por conseguinte, têm não só o dever, mas também o direito de transmitir aos filhos aqueles tantos valores que convergem para uma correta compreensão da dignidade da pessoa humana.
Alçar vôos para realizar sonhos
A vida sempre nos impulsiona a continuar, ainda que tenhamos de enfrentar, por algumas vezes, as amargas decepções. impulsionados pelo desejo e alimentados pela esperança, nossos sonhos começam a interagir com a realidade do realizável. A cada nova etapa da nossa vida, surgem novos sonhos e, projetados na prancheta de nossos devaneios eles ganham força para romper a barreira daquilo que poderia ser impossível.
O relativismo relativo ou a justa relatividade da verdade
Em outra ocasião dizíamos que o relativismo e o ateísmo absolutos são incompatíveis[i]. Pois quem afirma ser verdade que Deus não exista, não poderia negar a existência da verdade. De modo que o ateísmo absoluto nos mostra que relativismo não pode ser absoluto, só pode ser relativo. E isso é comprovado se partimos da afirmação dos que dizem que o relativismo não nega a existência da verdade, mas somente diz que ela é sempre relativa.
















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