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Chiara Luce Badano, uma história que vale a pena conhecer

Arrematando as bem-aventuranças, no Evangelho segundo Mateus, Jesus convoca os discípulos: “sede perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5, 48). É um eco da ordem de Deus dera através de Moisés a todo o Povo de Israel: “sede santos como eu, o Senhor, vosso Deus, sou santo” (Lv 19, 2).

Se, nos primeiros tempos do cristianismo, a santidade era o objetivo de todo discípulo de Jesus Cristo, aos poucos passou a ser vista como reservada apenas a os membros do clero e aos religiosos, que deixavam o mundo para servir somente a Deus. Com o Concílio Vaticano II, voltou a ser entendida como chamado de todo cristão. Quem deseja seguir ao Senhor, deve ser santo.

Entretanto, embora vocação, a santidade não era próxima, possível, alcançável. Especialmente para os jovens, que se perguntavam: como ser santo sem abdicar da alegria de viver, de todas as coisas saudáveis e boas da vida? Como ser santo no dia-a-dia, sem se tornar triste e solitário? Como ser santo e continuar a ser normal?

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Em 1971, nasceu na Itália uma menina chamada Chiara Badano. Viveu apenas 19 anos. Teve câncer nos ossos, perdeu o movimento das pernas e morreu em 1990. Em 2010, o Papa Bento XVI autoriza a sua beatificação, ocorrida em 25 de setembro desse ano, após a comprovação de um milagre ocorrido por sua intercessão.

Apelidada de Chiara “Luce”, refletiria no rosto, na alegria e no sorriso constante a luz de Cristo, para levá-lO a todos. Com tão pouco tempo de vida e nos dois anos que passou lutando contra a doença, foi exatamente isso o que ela fez.

Chiara “Luce” Badano viveu em um ambiente familiar de muita fé. Diagnosticada a doença, perguntou à sua mãe: “Mãe, é justo morrer aos dezessete anos?” E ela respondeu: “Não sei; só sei que é preciso fazer a vontade de Deus”.

E Chiara o fez por toda a vida. Na escola, no barzinho, em casa, nos esportes que gostava de praticar e, mais tarde, quando já não podia mais sair do quarto e os amigos vinham visitá-la, nas coisas mais simples e nos momentos mais difíceis, só lhe importava a vontade de Deus. E não perdia o sorriso no rosto, como se nada lhe custasse e fosse a pessoa mais feliz do mundo.

Na verdade, era. Descobriu o amor de Deus em todas as coisas que a rodeavam. Descobriu que a santidade estava em amar a Deus e, por causa desse amor de correspondência, fazer tudo como Ele gostaria que fosse feito. Sem precisar deixar o mundo, a alegria do encontro com os amigos ou da convivência com a família, as festas e os esportes. Mas vivendo tudo com muita simplicidade, com Deus e por amor a Ele, colocando a Sua Vontade em primeiro lugar.

Suas últimas palavras na terra foram dirigidas à sua mãe: “Tchau, mamãe. Seja feliz, porque eu sou feliz”.

Chiara “Luce” veio a este mundo para mostrar que a santidade é possível, é uma meta realizável, atingível. Que todos podem ser tão felizes quanto ela, que está no Céu para interceder junto a Deus pelos que quiserem aceitar esse desafio.

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Category: Santos

Comentários (1)

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  1. Pedro Abreu disse:

    No nosso terço dos homens aqui em maceió, na Igreja do Menino Jesus de Praga é nossa intercessora Junta a Nsra.nissa Mãe.

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