A Providência Divina regendo o universo criado – parte 2

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A questão do mal para os Padres da Igreja

Essa questão é tão importante, que vamos resumir o que diz o teólogo Leslie J. Walker, na The Catholic Encyclopedia, edição de 1911:

A pergunta que os Padres da Igreja se punham, era: “Como podem o mal e o sofrimento ser compatíveis com a beneficente Providência de um Deus todo-poderoso? E por que o justo, mais especialmente, deve sofrer, enquanto os maus são aparentemente prósperos e felizes?” A solução patrística para esses problemas pode ser resumida nos seguintes pontos:


• O pecado não é ordenado pela vontade de Deus, se bem que sucede com sua permissão. Só um resultado secundário pode ser referido à Providência (Orígenes, São João Damasceno).
• O pecado é devido ao abuso do livre-arbítrio; um abuso que foi certamente previsto por Deus, mas que só poderia ser impedido retirando do homem esse seu mais nobre atributo [o livre arbítrio] (Tertuliano, São Cirilo de Alexandria, Teodoreto).
• Além disso, neste mundo o homem tem que aprender, por experiência e contraste, a conhecer os obstáculos e a superá-los (Lactantius, Santo Agostinho).
• Portanto, uma razão pela qual Deus permite o pecado, é para que o homem possa chegar imediatamente [por contraste] a uma consciência do que é reto, de sua própria inabilidade em alcançá-lo, e assim possa pôr sua confiança em Deus (Anon, São Gregório Magno).
• Deus não é responsável pelo pecado, mas só pelos males [mortificações] que dele resultam como punição do pecado (Tertuliano), males que acontecem sem a vontade [expressa] de Deus, mas que não são contrários a ela (São Gregório Magno).
• Todo mal físico, desse modo, é conseqüência do pecado, o resultado inevitável da queda original (São João Crisóstomo, São Gregório Magno). A essa luz, ele é visto imediatamente como uma medicina (Santo Agostinho), uma disciplina (id., São Gregório Magno), uma ocasião para a caridade (São Gregório Magno). O mal e o sofrimento, então, tendem a aumentar o mérito (id), e desse modo a junção da justiça torna-se um agente para a bondade (Tertuliano).
• O mal atua assim segundo os desígnios de Deus (São Gregório Magno, Teodoreto). Donde – se o universo for considerado como um todo – decorre que, aquilo que para o individuo é mal, será, no fim, mudado para ser consistente com a bondade divina, em conformidade com a justiça e a reta ordem (Orígenes, Santo Agostinho).
• É no fim que se prova a felicidade (Lactantius, Santo Ambrósio, São João Crisóstomo, Santo Agostinho, Teodoreto). No Juízo Final o problema do mal será resolvido, mas até então os trabalhos da Providência permanecerão mais ou menos um mistério (Santo Agostinho, São João Crisóstomo).
• Com relação à pobreza e aos sofrimentos, entretanto, convém ter presente que, privando-nos dos bens terrenos, Deus está chamando de volta o que é seu (São Gregório Magno); e em segundo lugar que, como Salvanius nos diz, nada é tão leve que não pareça pesado àquele que o leva de má vontade, e nada tão pesado que não pareça leve àquele que o carrega com boa vontade.5

Uma grande autoridade muito posterior à dos Padres da Igreja – o Concílio de Trento (1545-1563) – afirma que o mal está no poder do homem, e que as más obras não devem ser atribuídas a Deus no mesmo sentido que as boas obras, mas somente como toleradas, do mesmo modo que a vocação de São Paulo é obra de Deus num sentido muito mais verdadeiro do que a traição de Judas (Sess. VI, can. vi, A. D. 816).6

Entretanto, há outra pergunta que se põe: “Quando a desventura cai sobre o homem nesta Terra, é sempre por causa de seus pecados? Os amigos de Jó o afirmam. Jó o nega. Como nota São Tomás em seu comentário sobre esse livro do Antigo Testamento, os amigos de Jó não pensavam na vida futura. Eles criam que, já agora, antes da morte, o justo deve ser recompensado e o mau punido. Jó, pelo contrário, figura de Cristo, está como elevado por uma inspiração superior para o mistério do além, que nos faz entrever o prólogo do livro. Ele responde (19, 6): “Sabei que foi Deus quem me afligiu e me cercou com suas redes”. E, no versículo 21 acrescenta: “Compadecei-vos de mim, compadecei-vos de mim, ao menos vós, que sois meus amigos, pois a mão de Deus me feriu”.

Mas depois Jó afirma que a infelicidade aqui na Terra não é sempre o castigo de uma vida criminosa (capítulos 28 e 31). Ele ignora a razão de seus sofrimentos, mas sabe que Deus, em sua sabedoria que permanece insondável para os homens, a conhece.7

Nosso Senhor Jesus Cristo explica mais explicitamente, no Novo Testamento, que nem sempre alguma tragédia sucedida a alguém ocorre por causa de seus pecados. Com efeito, quando vieram anunciar-lhe que alguns galileus tinham sido sacrificados por Pilatos ao abafar uma revolta, o Divino Mestre, sempre pronto a tirar algum ensinamento dos fatos concretos, pergunta aos presentes: “Pensais vós que estes galileus foram maiores pecadores do que todos os outros galileus, por terem sido tratados desse modo?”. E responde que não. Para reforçar essa afirmação, Ele insiste: “Ou cuidais que aqueles dezoito homens, sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou, foram mais culpados do que todos os demais habitantes de Jerusalém?” E responde: “Não, digo-vos eu”. E para mostrar que o sucedido àqueles infelizes poderia ter ocorrido com qualquer pecador impenitente, acrescenta: “Mas se não vos arrependerdes, perecereis todos do mesmo modo” (Lc 13, 1-5).

Isso não significa que algumas vezes Deus não puna aqui mesmo, na Terra, alguns crimes e os que os cometem, pois, diz o Salmista: “Deus é um juiz íntegro, um Deus perpetuamente vingador. Se eles [os ímpios] não se corrigem, Ele afiará a espada, entesará o arco e visará. Contra os ímpios apresentará dardos mortíferos, lançará flechas inflamadas” (Sl 7, 12-13).

A Providência segundo Santo Agostinho

A Providência, de acordo com o genial Santo Agostinho,8 pressupõe em Deus a sabedoria, a presciência, a vontade de criar e de ordenar todas as coisas ao fim do universo ou à manifestação da bondade divina.

Segundo ele, pode-se definir a Providência como sendo o atributo divino pelo qual a Trindade dirige a ação que exerce sobre toda a criação, e que tem por termo a constituição definitiva da Cidade de Deus – título de um de seus livros mais conhecidos, e do qual são extraídas estas considerações.

A Providência, estendendo-se do menor dos seres ao mais perfeito, harmoniza no universo essa hierarquia de belezas que lhe fazem o esplendor. É Ela que dispõe a marcha dos séculos. É ainda Ela que constitui os impérios, distribui os reinos – eleva este ao poder e às honras, e abaixa aquele à sujeição e à servidão. Se a Providência permite que imperadores indignos subam ao trono, é ainda em vista de um fim de justiça: os maus príncipes são uma punição aos maus povos.

Para Santo Agostinho, se a Providência dispõe os acontecimentos favoráveis, é para levantar as coragens abatidas. E se Ela permite as adversidades, é para exercer a justiça. Se estabeleceu certas pessoas na dominação e outras na sujeição, visa ao bem que deve resultar disso: a submissão a um vencedor é, com efeito, preferível, aos rigores e às vinganças da guerra.

É a Providência que traça as leis das gerações e dos nascimentos. É Ela também que suscita os fatos maravilhosos, bem como o curso ordinário da natureza. É a Providência que dota o homem de todos os órgãos requeridos ao seu ministério de alma racional, que provê às necessidades de cada um, que preparou essa via real para a libertação das almas que é a Religião de Cristo. Foi também Ela que deu à Escritura sua incontestável superioridade sobre as outras obras do espírito humano. Ela é que distribui indistintamente os bens e os males temporais aos justos e aos ímpios, e que, pela marcha dos acontecimentos, dirige, corrige o vício e prova a virtude.

É mais uma vez a Providência que ordena, no presente, os acontecimentos favoráveis, e permite as adversidades; que dispõe as alegrias e as aflições do justo, que pune imediatamente certas faltas e retarda a sanção de certas outras, bem como reserva para o último dia a sanção definitiva.

É a Providência que exerce e purifica os justos, que distribui sua graça segundo seu bel prazer, e não somente segundo nossos méritos.

É Ela quem quebra nosso orgulho e purifica nossa fé, pela incompreensível execução de seus insondáveis desígnios.

É Ela que tira o bem do mal, mesmo do pecado; Ela que restabelece a ordem da justiça, agora em parte, no último dia em sua totalidade. Ela, enfim, que sacia os desejos da criatura racional e lhe concede a posse de seu fim, conduzindo-a à perfeição da sabedoria.

Por mais desconhecidos que nos sejam os desígnios de Deus, não são jamais injustos. Essa impotência na qual nos deixa a Providência em face de seus desígnios visa também a um fim: quebrar nosso orgulho, levar-nos à humildade e fazer subir a nossos lábios o ato de fé humilde e confiante na Providência.

Pois é a perfeição do conjunto que é o termo perseguido pela Providência. Que o homem tome então consciência de seu lugar de parte nesse conjunto; que cesse de se considerar como centro do universo, e muitas dificuldades desaparecerão. Sendo parte, ele não pode apoderar-se da ordem universal. Esse é o motivo por que lhe escaparão algumas vezes as razões da ação providencial, dessa ação universal. Não somente o homem não compreende essas razões como algumas vezes as julga dolorosas e se insurge contra a Providência, quando o bem do todo, a perfeição do universo e o triunfo da Cidade de Deus exigem dele algum sacrifício incompreendido.

A confiança na Providência não dispensa a prece

Mais uma pergunta pode surgir ao espírito humano: se a Providência infalível é universal, e se tudo previu, qual pode ser a utilidade da oração? Como nossas súplicas poderiam esclarecer a Deus, fazendo mudar os desígnios d’Aquele que disse “Eu sou o Senhor, e não mudo” (Ml 3, 6)? Assim o conhecido teólogo Pe. Garrigou-Lagrange apresenta esta questão. E a resolve da seguinte maneira:

Como explica São Tomás, a prece não tem seu primeiro princípio em nós, mas foi querida por Deus bem antes que quiséssemos pôr-nos a rezar. Desde toda a eternidade, o Criador quis a prece como uma causa das mais fecundas de nossa vida espiritual. Ele a desejou como um meio de obter a graça que nos é necessária. Foi Ele mesmo Quem a inspirou aos primeiros homens que, como Abel, dirigiram-Lhe suas súplicas. Foi Ele que a fez jorrar do coração dos patriarcas e dos profetas.

A resposta, pois, a essa objeção, é muito simples: a verdadeira prece, feita nas condições requeridas, é infalivelmente eficaz, porque Deus, que não pode desdizer-se, decretou que o seria: “Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto. Porque todo aquele que pede, recebe. Quem busca, acha. A quem bate, abrir-se-á” (Mt 7, 7-8).

Não somente tudo o que acontece foi previsto e querido (ou pelo menos permitido) por um decreto providencial, mas também a maneira pela qual as coisas se sucedem, as causas que produzem os acontecimentos, os meios pelos quais se obtém os fins. Assim é em todas as ordens de seres, desde a matéria bruta até a vida da graça, Deus preparou as causas que as devem produzir, em vista de certos efeitos. Em vista de certos fins, Ele preparou os meios proporcionados.

Ora, a prece é uma causa ordenada desde toda a eternidade pela Providência para produzir esse efeito que é a obtenção dos dons de Deus necessários à salvação. E, pois, a imutabilidade dos desígnios de Deus, bem longe de se opor à eficácia da prece, é seu supremo fundamento. O Senhor, quando disse: “Pedi e recebereis” é como um pai que está resolvido a priori a conceder um prazer a seus filhos, e que os leva a pedi-lo. Mas, para que a prece seja bem ordenada, devemos nos lembrar desta palavra do Evangelho: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo” (Mt 6, 33).

Desse modo a prece é um culto rendido à Providência, reconhece constantemente que estamos sob o governo divino. Aquele que reza como deve, com humildade, confiança e perseverança, pedindo, para si e pelos outros, os bens necessários à salvação, coopera com o governo divino, porque o Onipotente decidiu, desde toda a eternidade, não produzir tal efeito salutar senão com nosso concurso, e em seguida à nossa intercessão.

Entretanto, a prece deve ser acompanhada de um abandono confiante na Providência, que saberá dar-nos o que pedimos, ou ainda melhor do que pedirmos. Confiemos na Onipotência divina.

Nossa Senhora e a Divina Providência

Uma vez que, por desígnio de Deus, todas as graças nos vêm por Maria, qual é seu papel como nossa intermediária junto à Providência Divina?

A esse respeito transcrevemos algumas considerações feitas pelo grande pensador e líder católico Plinio Corrêa de Oliveira a seus discípulos, em 16 de novembro de 1964:

“Por que Nossa Senhora é chamada a Mãe da Providência Divina? Evidentemente não é porque Ela tenha gerado a Providência Divina. Mas é porque, segundo os desígnios dessa Providência, Ela é a mãe que toca maternalmente, que aplica maternalmente a nós os decretos da Providência Divina. E que, portanto, faz com que o governo da Providência Divina sobre nós seja um governo materno. E fazendo com que esse governo seja materno, faz com que ele se aplique com uma plenitude de carinho, de comiseração, de afeto, que é algo que esgota inteiramente tudo quanto o homem possa pensar.

“Assim, por causa disto a devoção a Nossa Senhora é a fonte de nossa confiança; a razão para nós esperarmos é porque temos uma mãe que dirige a nossa existência, que preside nossa vida espiritual, orienta nossa vida de apostolado, orienta nossa atividade diária. A razão de tudo isto, enfim, está nesta invocação de Nossa Senhora, Mãe da Providência Divina.

“A piedade real visa dar glória a Deus e conduzir o homem à virtude. Para alcançar esses dois fins, a devoção ao Imaculado Coração de Maria é um verdadeiro dom da Divina Providência a este desventurado século.

“Nossa Senhora é a Medianeira de todas as graças. Tentar rezar sem sua intercessão é o mesmo que tentar voar sem asas, diz Dante. Se quisermos que nossos atos de amor, louvor, ação de graças e reparação subam ao trono de Deus, temos que colocá-los nas mãos de Maria Santíssima. Seria ridículo imaginar que a devoção a Nossa Senhora fosse um desvio, e que pudéssemos alcançar Deus mais diretamente não nos reportando a Ela. O oposto é que é verdade: Só podemos alcançar a Deus por meio d´Ela […].

“No Apocalipse, capítulo 3, versículo 8, lemos: ‘eu pus diante de ti uma porta aberta, que ninguém pode fechar; porque, apesar de tua fraqueza, guardaste a minha palavra e não renegaste o meu nome’. Essa porta, aberta à fraqueza do homem contemporâneo, é o Imaculado Coração de Maria”.9

As orações rogativas para aplacar a justa cólera de Deus

Nas épocas de fé mais acendrada, suplicava-se constantemente à Divina Providência que fizesse cessar uma epidemia ou um flagelo, cair chuva benfazeja em época de seca, ou para se obter boas colheitas.

A origem dessas devoções, contudo, é bem antiga e remonta ao século V. É atribuída a São Mamerto, bispo de Viena, no Delfinado (França), quando o país foi assolado por tremores de terra, incêndios e devastações por parte de bestas selvagens. Na noite da Páscoa de 469, quando o povo estava reunido na igreja, São Mamerto anunciou que tinha prometido a Deus rogações especiais para que cessassem esses flagelos. Esses atos deveriam constituir-se em solenes procissões penitenciais acompanhadas de jejum e súplicas públicas. Ao fim dos três dias de rogações, os males foram debelados.10

A Santa Igreja estendeu essa devoção à Igreja universal com o intuito de aplacar a justa cólera de Deus por causa das transgressões dos homens, cólera essa que pode manifestar-se em catástrofes naturais, terremotos, inundações, seca prolongada, epidemias e outras calamidades.

Sabendo que tudo depende da Providência do Criador, o povo nesses dias chamados “de rogações” participava das procissões pelas ruas e pelos campos, rezando as ladainhas “de rogações”; suplicava a Deus que não olhasse para os pecados dos homens, mas considerasse apenas a extrema misericórdia divina.

Esses dias de “rogações” – denominadas até há pouco tempo de “Ladainhas Menores”, que se realizavam nos dias que precedem à Ascensão – tornaram-se muito comuns na Europa medieval, na “doce primavera da fé”, qualificativo atribuído a essa época pelo Conde de Montalambert.

Esses Dias de Rogações foram também muito populares na Inglaterra até 1571, quando, no reinado da ímpia Isabel, com a introdução do cisma e da heresia anglicana, não se tolerou mais essa devoção tipicamente católica.11

Mais recentemente, sem deixar de suplicar a Deus por toda a Igreja, essas “rogações” tornaram-se em geral preces para obter uma bênção para as colheitas. E até meados do século XX figuravam na liturgia com a bênção dos campos. Elas se encontram, por exemplo, no Missal Romano Quotidiano, de 1963, de Dom Gaspar Lefebvre, do qual extraímos estes dados.

O primitivo caráter de reparação não é esquecido nessa bênção dos campos, pois começa com os versículos: V: Senhor, não nos trateis segundo as nossas culpas, mas de acordo com vossa infinda misericórdia. R: Nem nos castigueis conforme merecem nossos crimes.

Se em nossa época de tsunamis, terremotos, inundações e numerosas outras calamidades, além de tantos pecados públicos, se recorresse mais à Divina Providência nos termos dos versículos acima, poder-se-ia evitar ou pelo menos atenuar muitos males que se abatem sobre a humanidade pecadora!

E-mail para o autor: catolicismo@terra.com.br

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Notas:

1. Leslie J. Walker, Divine Providence, The Catholic Encyclopedia, CD Rom edition.
2. Cfr. H.-D Simonin, Providence, Pères Apostoliques et apologistes, Dictionnaire de Théologie Catholique, Librairie Letouzey et Ané, Paris, 1936, tomo 13, col. 942.
3. Fathers, St. Clement of Rome, Letter to the Corinthians, chap. 20 e ss., The Catholic Encyclopedia, CDRom edition,.
4. Cfr. Pe. R. Garrigou-Lagrange, Providence, Théologie, Dictionnaire de Théologie Catholique, Librairie Letouzey et Ané, Paris, 1936, tomo 13, col. 994.
5.Leslie J. Walker, op. cit.
6. Id. ib.
7. Pe. R. Garrigou-Lagrange, Providence, Théologie, Dictionnaire de Théologie Catholique, Librairie Letouzey et Ané, Paris, 1936, tomo 13, col. 994.
8. Resumimos aqui o Pe. A. Rascol, La Providence selon Saint Augustin, in Dictionnaire de Théologie Catholique, vol. citado, cols. 961 e ss.
9. Palestra pronunciada para sócios e cooperadores da TFP em 16 de novembro de 1964; gravação em fita magnética sem revisão do autor.
10. Cfr. Rogation, La Grande Encyclopédie, Société Anonyme de la Grande Encyclopédie, Paris, sem data, tomo 28, p. 812.
11. Francis Mershman, Rogation Days, The Catholic Encyclopedia, CD Rom edition.

Catolicismo

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