79,3% dos médicos têm restrições à pílula do dia seguinte

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Estudo de mestrado apresentado à Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP revelou que 22,3% dos ginecologistas não receitam a pílula do dia seguinte às suas pacientes por considerá-la abortiva. Mais: 57% não acredita que a pílula evita a fecundação do óvulo, mas apenas previne sua implantação no útero.

Cerca de 3.300 ginecologistas e obstretas brasileiros participaram do estudo que traz uma péssima notícia para os abortistas: somente 20,8% dos médicos acreditam que a pílula do dia seguinte evita a gravidez indesejada, o que tornaria a pílula um mero anti-concepcional de emergência, como diz a propaganda pró-aborto.

Em outras palavras: a despeito da ONU e do Ministério da Saúde, 79,3% dos médicos brasileiros tem restrições contrárias à pílula do dia seguinte e concordam que ela não evita a fecundação, momento em que uma nova vida é gerada.

Não é impressionante? Para os abortistas isso significa que os médicos brasileiros são preconceituosos e influenciados por valores religiosos, é o que relatam as notícias sobre a pesquisa. O assunto foi destaque, ontem, 1/12, na Rádio Câmara durante uma entrevista com um especialista que também registrou como preconceituosa a própria bula da pílula que, como já dissemos aqui, avisa que o medicamento pode, sim, provocar abortos.

Fonte: Blog Felipe de Aquino

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