Cartaz de padaria e os cigarros da pós modernidade

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Ontem fui a padaria comprar pão, topei com aqueles cartazes mórbidos de conscientização das conseqüências do fumo. Na minha frente, uma “jovem senhora” de uns 45 anos comprava um maço de cigarro. Estampou em minha cabeça o choque entre a contra cultura e a realidade.

Cigarro, a décadas atrás, era sinal de irreverência chique, autonomia e liberdade.  Mas a realidade objetiva da natureza desmascarou que aquela irreverência, era na verdade, um suicídio tolo de rapazes e moças espertos.

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O fumo, um dos ícones das revoluções do final do século XX foi facilmente desmascarado pela sua objetividade maléfica.  Mas o que dizer de outros menos observáveis aos olhos da iniqüidade como a irreverência, o materialismo, o hedonismo, o erotismo, o feminismo, coisas que facilmente invadem a cultura de nossas casas e vão provocando cânceres na alma, no espírito e na família? Que cartaz poderia ser exposto nas “padarias” se não de almas no inferno?! Ou, um mais bíblico, como em  II Reis 17, 8.12, onde  se lê o motivo espiritual e social da destruição da  Samaria (Reino do norte de Israel) pelos Assírios:   “adotaram os costumes das nações que o Senhor tinha expulsado diante dos israelitas… adorando ídolos, embora o Senhor lhes tivesse dito: Não fareis tal coisa”.

Quem são esses ídolos? Cigarros da irreverência, blusas do consumismo, baladas da sensualidade, sites eróticos, televisão e internet do individualismo, sofá da preguiça missionária, o sono roubado da oração, o dinheiro que rouba o coração das coisas de Deus e da família, o mestrado por realização profissional da mãe de família, a religiosidade ambientalista onde se adora a deusa “Mãe Terra” e tantos outros “cigarros” belos e espertos de hoje, que amanhã se tornarão cânceres da alma, da família e até mesmo da eternidade.

André Luis Botelho de Andrade
Fundador e Moderador da Comunidade Pantokrator

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