Cientistas sociais procuram apagar a masculinidade ainda no berço

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olégios incentivam crianças a brincar com o que quiserem, sem distinguir gênero

Na sociedade feminista há muito espaço para engenheiros sociais usarem crianças para provar a falácia deles de que “homem” e “mulher” são meras construções sociais, e por isso, não existe um papel definido para cada um.

Assim, nos países onde o feminismo já deixou um estrago profundo, é cada vez mais comum ver famílias malucas criando seu filho sem gênero algum – que se resume a pegar seu filho homem e vesti-lo de menina durante toda a infância (ou vice-versa) pra depois perguntar o que ele quer ser quando chegar aos 18 – e inclusive escolas fazendo crianças de cobaia para este experimento social infame.

Mas se você pensa que isso só existe nos países europeus – especialmente os nórdicos, os mais feministas do planeta – , melhor abrir o olho: aqui no Brasil, os engenheiros sociais já estão na ativa, atuando nas escolinhas, se intrometendo nas brincadeiras da criançada pra trocar os brinquedos dos meninos e das meninas:
Bonecas são para menino? Em algumas escolas, sim

Colégios incentivam crianças a brincar com o que quiserem, sem distinguir gênero

Nos cantos da brincadeira do Colégio Equipe, na zona oeste de São Paulo, não há brinquedo de menino ou de menina. Todos os alunos da educação infantil – com idade entre 3 e 5 anos – transitam da boneca ao carrinho sem nenhuma cerimônia.

“O objetivo é deixar todas as opções à disposição e não estimular deixar acontecer nenhum tipo de escolha sexista. Acreditamos que, [assim], ajudamos a derrubar essa dicotomia entre o que é tarefa de mulher e o que é atividade de homem“, explica a coordenadora pedagógica de Educação Infantil do Equipe, Luciana Gamero.

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Trata-se de um “jogo simbólico”, atividade curricular da educação infantil adotado por um grupo de escolas que acredita que ali é o espaço apropriado para quebrar alguns paradigmasexperimentos sociais feminazistas com crianças incautas. A livre forma de brincar visa a promover uma infância sem os estereótipos de gênero – masculino e feminino – sexo masculino, um dos desafios para construir uma sociedade menos machista mais antihomem.

“Temos uma civilização ainda muito firmada na questão do gênero e isso se manifesta de forma sutil. Quando uma mulher está grávida, se ela não sabe o sexo da criança, compra tudo amarelinho ou verde”, afirma Claudia Cristina Siqueira Silva, diretora pedagógica do Colégio Sidarta, [que, incompetente pra lavar a louça e a roupa, tenta provar ser competente educando crianças].

Por isso, no colégio em que dirige, na Granja Viana, o foco são as chamadas brincadeiras não estruturadas, em que objetos se transformam em qualquer coisa, a depender da criatividade da criança. Um toco de madeira, por exemplo, pode ser uma boneca, um cavalo ou um carrinho. “Quanto menos referência ao literal o brinquedo tiver, menos espaço haverá para o reforço social”, diz Claudia, [que acha muito opressora a ideia de ensinar uma criança a ser “social”].

A reprodução dos estereótipos acontece até nas famílias que se enxergam mais liberais. Ela conta que recentemente, em uma brincadeira sobre hábitos indígenas, um menino passou batom nos lábios[, provavelmente com o incentivo da tia Lolita]. Quando a mãe chegou para buscá-lo, falou de pronto: “Não quero nem ver quando seu pai vir isso”.

E aqui vai uma prova da prática da engenharia social feminista:

No Colégio Santa Maria, no momento de jogar futebol, os meninos tentavam brincar apenas entre eles, não permitindo que as meninas participassem. Foi a hora de intervir. “Explicamos que não deveria ser assim e começamos a propor, por exemplo, que os meninos fossem os cozinheiros de uma das brincadeiras”, diz Cássia Aparecida José Oliveira, orientadora da pré-escola da instituição[, ao dar a ideia de fazer os meninos cozinharem suas próprias bolas pois a outra continuaria rolando em campo].

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Na oficina de pintura, todos foram convidados OBRIGADOS a usar só lápis cor-de-rosa – convite recusado por alguns. “Muitos falam ‘eu não vou brincar disso porque meu pai diz que não é coisa de menino’. Nesses casos, a gente conversa com a família. Entre os convocados, os pais de meninos são a maioria. “Um menino gostar de balé é sempre pior do que uma menina querer jogar futebol. E, se não combatemos isso, criamos uma sociedade machista e homofóbica.”

Um apelo aos pais e mães de bem: NÃO matricule seus filhos nessas fábricas de dementes. Afinal, todos sabem que meninos e meninas procuram brinquedos que os satisfazem:

Percebe como o menino empurra a boneca como um carrinho e
a menina segura os carrinhos como bonecas? Como feministas querem ignorar isto?

E se você ainda pensa que só nós, que batemos de frente com feministas, estamos contra isto, leia este texto sobre como esta inversão de papéis é danosa à sociedade.

Fonte: Manhood Academy Brasil 

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