Cracóvia é a cidade mais segura da Europa nesta semana

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A organização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Cracóvia 2016 respondeu a uma pergunta sobre a segurança neste centro polonês e assinalou que esta cidade é “a mais segura da Europa nesta semana”.

Em declarações ao Grupo ACI, Yago de la Cierva, da assessoria de imprensa da JMJ Cracóvia 2016, respondeu a uma pergunta sobre a segurança neste evento no qual participará o Papa Francisco, após o ataque de ontem, na cidade francesa de Rouen, onde dois membros do Estado Islâmico assassinaram um sacerdote idoso de 84 anos.

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“Nesta manhã, como em todas as manhãs, tivemos um briefing de segurança no centro de imprensa. Não há nada de novo sobre a segurança desta tarde”, quando foi celebrada a Missa de abertura da JMJ, presidida pelo Cardeal Stanislaw Dziwisz.

“Tudo está sob controle, afirmam as autoridades, e 20.000 agentes cuidam da segurança dos peregrinos”, explicou de la Cierva.

“O planeamento tem sido exaustivo desde o começo da preparação da JMJ há dois anos. Inclusive tiveram teste com a cúpula da OTAN em Varsóvia há duas semanas e tudo correu bem”.

As autoridades, explica de la Cierva, “disponibilizaram várias medidas de segurança, tais como controles policiais nas fronteiras, suspensão do acordo de Schengen etc. É possível, então, dizer que Cracóvia é provavelmente a cidade mais segura da Europa nesta semana”.

O Pe. Jacques Hamel foi assassinado ontem por dois membros do Estado Islâmico em sua paróquia em Rouen, onde os terroristas invadiram enquanto o sacerdote celebrava a Missa.

Além disso, duas religiosas foram feitas reféns na igreja de Saint-Etienne-du-Rouvray na região da Normandia, na França.

Papa Francisco expressou seu horror e consternação ao ouvir esta notícia e, em um telegrama enviado pelo secretário de Estado do Vaticano, o Cardeal Pietro Parolin, assegurou sua “proximidade espiritual e acompanha com sua oração o sofrimento das famílias e a dor da paróquia e da diocese de Rouen”.

“O Santo Padre está particularmente perplexo com este ato de violência que ocorreu em uma igreja durante uma Missa, ação litúrgica que implora de Deus sua a paz para o mundo”, assinalou o Cardeal.

De Cracóvia, Arcebispo de Rouen, Dom Dominique Lebrun, emitiu uma declaração em que elevou suas orações pelo sacerdote assassinado, incentivou os fiéis à oração como “a única arma da Igreja Católica” e anunciou que retornaria ontem mesmo para França para acompanhar os fiéis após o trágico acontecimento.

Via ACI

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