Nem homem nem mulher; como assim?

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Uma pré-escola sueca, em Estocolmo, em conformidade com as leis do país, está adotando uma proposta pedagógica no mínimo inusitada, para não chamar de descabida, equivocada e absurda.

As crianças nesta escola não são consideradas nem do sexo masculino nem do feminino, todos são amigos no sentido da palavra “pessoa amiga” sem considerar homem ou mulher.

A idéia estapafúrdia vem de que, na escola, se deve [prestem atenção!] combater a estereotipação dos papéis sexuais, levando as crianças a eliminarem qualquer referência do masculino e do feminino.

Ou seja, na vida ensinada nesta escola, não existe papel do homem ou da mulher, podendo qualquer um desempenhar qualquer função desde que sinta vontade.
A escola investiu nisto de forma tão firme que contratou um pedagogo em diversidade sexual, para que auxiliasse todos no linguajar a ser empregado na escola e também na forma de lidar, inclusive com as brincadeiras.

Isso realmente deve ser muito difícil, pois eliminar o “ele” e o “ela” no relacionamento deve exigir um esforço enorme na comunicação e nas condutas.
Pensemos na deformação que estão fazendo na mente das crianças e na anulação provocada na natureza delas. É conflitante para alguém que se vê menino ou menina ter que assumir um comportamento “neutro” não podendo ser referenciado com os aspectos que são próprios do homem ou da mulher.

Com toda certeza, nesta escola, as crianças devem no seu íntimo sentir discriminação em ser menino ou menina. As escolas possuem um papel educacional importante na vida de qualquer criança, ajudando-a na formação da conduta, pensamento e interação com o mundo; e o que essa escola está querendo fazer é impedir a pessoa humana de se desenvolver e ser aquilo que é próprio dela, ser homem ou ser mulher.

Vejamos com um pequeno exemplo, se não observamos isso desde a pequena infância nas crianças: meninas naturalmente são mais delicadas e amadurecem muito mais rápido do que os meninos, que, na sua normalidade, são mais fortes e se comportam usando suas forças nas brincadeiras sem ninguém ensinar que deva ser assim. É o que chamamos de desenvolvimento natural, inerente a cada sexo, está no gene da pessoa e não se pode negar a natureza nem mudar a partir de um pensamento.

É difícil acreditar que estão querendo complicar aquilo que Deus fez, em Sua sabedoria, tão simples e normal. Homem é homem e mulher é mulher.

Desvios nesse sentido podem ser compreendidos, mesmo que não aceitemos pela ótica da criação de Deus, pois se trata de uma realidade, mas não podemos aceitar que forcem uma situação contraria àquilo que é natural e normal, subestimando tudo o que envolve o ser humano na sua totalidade a partir de um pensamento.
Ainda bem que alguns pais não concordaram com isso e estão querendo tirar as crianças dessa escola.

Não podemos deixar que modismos e pensamentos contrários à natureza humana e aos valores da família ocupem espaço na sociedade sem que gritemos contra.

Fiquemos atentos a estas investidas que tentam anular a obra de Deus mais importante que é a pessoa humana e digamos não a tudo isso. Esta escola pela reação da sociedade tinha que fechar ou abrir mão dessa proposta pedagógica.

Rogério F. S. Cardoso
Consagrado na Comunidade Pantokrator

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