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Qual é o meu ideal?

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Estive em São Paulo, no final de semana passado, para fazer um treinamento intensivo numa área específica de internet, O que eu busco a cada diaa fim de adquirir mais conhecimentos e manter-me atualizado. Lá estavam jovens empreendedores e pessoas de várias cidades do Brasil e de diversos segmentos trabalhistas com o objetivo de ampliar seu network e sua visibilidade no mercado de trabalho. Cada um com seu ideal: tornar a sua marca, sua ideia, seu empreendimento conhecido no mundo digital e, por conseguinte, crescer.

Durante algum tempo, fiquei observando e percebendo o esforço e a dedicação de cada um que estava lá para assimilar o conteúdo apresentado e aprimorar seus conhecimentos. Tudo isso porque eles tinham um ideal, e a confiança neste ideal os fez sair de suas cidades para participar do treinamento.

Ter um ideal é fundamental na vida. Ele nos leva para frente, é como um motor que nos dá forças. Quando temos um ideal não ficamos parados, de braços cruzados vendo a vida passar, mas seguimos confiantemente em frente, acreditando que este ideal pode ser realizado.

Gosto de uma frase de Dom Rafael Cifuentes que diz: “Ideais pequenos: homens mesquinhos – Ideais grandes: homens magnânimos”. Com isso, pensei: quando o nosso ideal pode ser grande, sobretudo, para quem é Cristão? A resposta que tenho comigo é esta: quando ele for Cristo! Cristo é a maior motivação que alguém pode ter na vida. Ele é a força vital de que todos nós precisamos e o nosso “modelo” de personalidade. Nossos ideais podem ser bonitos, mas, se faltar Cristo, perdem seu brilho e podem se tornar efêmeros. Precisamos construir nossos ideais no “ideal por excelência que é Cristo”! Buscar ter os Seus sentimentos, a Sua personalidade é fundamental para que nossos ideais sejam consistentes. Sem Ele, corremos o risco de caminhar sem saber, de fato, onde vamos chegar.

A Bíblia narra sobre um homem que tinha um ideal que movia sua vida – São Paulo – e estava tão convencido de que Cristo era sua grande meta que disse: “Assim, corro, mas não sem rumo certo” (I Cor 9,26). Qual a nossa meta? Fazer de Cristo nosso ideal de vida é ter um rumo certo! Mas será que Ele realmente é meu grande ideal? Será que acredito firmemente nas Suas promessas? Este é um questionamento que devemos fazer para descobrir se nossa vida de Cristão é autêntica ou se vivo num ateísmo meio que “velado”.

Que possamos ter grandes ideais e sonhar alto, cada vez mais alto, mas convictos de que viver nossos planos fora da vontade de Deus não é bom, e, sem Cristo, nada tem seu fundamento. Que Ele seja nosso grande modelo para que possamos alcançar altos ideais e voar não como uma ave rasteira, mas como uma ave que alcança altos vôos.

Deixo uma frase de São Paulo para que nos motive em nossa caminhada rumo à nossa meta:

Não pretendo dizer que já alcancei (esta meta) e que cheguei à perfeição. Não. Mas eu me empenho em conquistá-la, uma vez que também eu fui conquistado por Jesus Cristo. Consciente de não tê-la ainda conquistado, só procuro isto: prescindindo do passado e atirando-me ao que resta para a frente, persigo o alvo, rumo ao prêmio celeste, ao qual Deus nos chama, em Jesus Cristo (Fil 3, 12-14).

Fábio Junior
Discípulo na Comunidade Pantokrator

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