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Salvação – A motivação do Cristão

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Todos nós buscamos e queremos estar motivados nos vários âmbitos da nossa vida. A motivação é fundamental para nos mantermos cheios de esperança e sentido. Sem ela, tornamo-nos pessoas frias, sem criatividade e sem alegria para viver.

Existem vários acontecimentos bons em nossa vida que nos elevam e nos dão ânimo, coragem e alegria. Mas muitos deles vêm e passam, e não têm a capacidade de manter-nos sempre motivados. Com isso, percebemos que a motivação de viver não deve estar fundamentada nas coisas que passam e sim em Algo maior, Algo que dure para sempre.

A motivação é também uma decisão. Não podemos ficar esperando coisas extraordinárias acontecerem em nossa vida para nos mantermos motivados. Muitas vezes, achamos que o estimulo para ter uma vida melhor e feliz está na concretização dos nossos sonhos, na realização das nossas vontades, mas nem mesmo isso pode ser uma verdade absoluta capaz de nos manter animados.

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Os simples acontecimentos ordinários também podem ser oportunidades de motivação para as nossas vidas; tudo pode revelar algo capaz de nos ajudar, independente da situação pela qual estejamos passando. Nas coisas simples pode estar o tesouro de que tanto precisamos.

Diante desse contexto, pergunto: para um cristão, qual deve ser a motivação maior?

Um grande exemplo de motivação – o qual nós devemos ter como modelo – foi e é Cristo. Diante das dificuldades e contratempos da sua vida, Ele estava sempre motivado. Jesus vivia constantemente motivado. A sua motivação partia do desejo de fazer a vontade do Pai e cumprir sua missão. Custe o que custar. Movido por um desejo de salvar todos os homens e fazer a vontade do Pai, Ele seguia adiante. Fazer a vontade do Pai era o alimento que o fortalecia e o impulsionava, dando-lhe o ânimo necessário.

A vida que Jesus teve aqui na terra não se diferencia muito da nossa. Sem o alimento essencial para as nossas vidas que é fazer a vontade de Deus e ter um desejo de salvação para todos os homens, não seremos pessoas motivadas em nossa caminhada cristã. Faremos coisas legais, importantes, mas sem o desejo profundo de salvar nossa alma e as dos outros, viveremos um cristianismo sem essência, sem autenticidade e sem brilho.

Jesus viveu todas as dimensões que um homem poderia viver: amou, chorou, sofreu, perdoou, foi amado e foi traído. Contudo, em todas as situações, Ele tinha um diferencial – fazer a vontade do Pai, a fim de salvar os homens. Cristo mesmo disse que “a vontade do Pai é que não se perca nenhum homem”.

Vivemos em um tempo tão materialista que o foco de um cristão pode não estar mais em fazer a vontade de Deus e na salvação dos homens, mas apenas naquilo que é material, que é terreno, nas coisas que passam. Isso pode até levar-nos a esquecer que o nosso fim último é Deus – Dele viemos e para Ele voltaremos – e que permanecer firmados na sua vontade é o essencial.

Fábio Junior
Discípulo na Comunidade Pantokrator

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Ao tornar-se um Construtor da Fé você participa da Obra de Pantokrator e constrói a fé no coração de milhares de pessoas mensalmente atingidas pela nossa Obra. E ainda colabora na estrutura missionária e na formação dos sacerdotes da Comunidade Pantokrator.

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