Terapeutas da homossexualidade criticam decisão da AAP de apoiar união homossexual

1

Um grupo de terapeutas dedicados a prover terapia para a atração indesejada de mesmo sexo criticou a nova declaração da Associação Americana de Psicologia (AAP) a favor do “casamento” de mesmo sexo como envenenada principalmente por motivações políticas.

A declaração, adotada no começo deste mês pelo órgão da AAP que elabora políticas numa votação unânime, professa antipatia para com as iniciativas a nível estadual para manter o casamento como entre um homem e uma mulher, e critica tais campanhas como fontes de estresse para indivíduos homossexuais.

“Campanhas em estados inteiros para negar às duplas de mesmo sexo acesso legal ao casamento civil são uma fonte importante de estresse para os residentes lésbicos, gays e bissexuais desses estados”, declara a AAP, que se intitula de “uma forte defensora de plenos direitos iguais para indivíduos LGBTs”.

A Dra. Julie Hamilton, presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade (cuja sigla em inglês é NARTH), disse que a declaração é outro exemplo da AAP de modo inconveniente atuando como porta-bandeira para uma causa política.

“A AAP muito frequentemente baseia suas declarações de posturas em ideologia política em vez de descobertas científicas”, disse Hamilton numa declaração fornecida para LifeSiteNews.com.

“Embora a AAP seja considerada uma organização profissional baseada na ciência, muito frequentemente não age como tal”.

Hamilton comentou que o Dr. Rogers Wright e o Dr. Nicholas Cummings, ambos sendo ex-líderes de destaque na AAP, revelaram que “muitas das decisões da AAP são influenciadas por ideologia em vez de pesquisa” em seu livro, Destructive Trends in Mental Health (Tendências Destrutivas na Saúde Mental).

“Como consequência, a AAP não pode ser vista como uma fonte confiável de informações científicas, e as posturas que adotam pois carecem de valor real”, disse ela.

A homossexualidade foi desclassificada como desordem mental em 1973 no Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais, o padrão universal para a classificação de doenças mentais, depois de anos de elevadas pressões políticas e legais de ativistas gays.

Numa cena não diferente das recentes manifestações em favor do “casamento” de mesmo sexo, o Dr. Melvin Sashbin em 1998 recordou como uma manifestação gay na conferência da Associação Americana de Psicologia em 1970 provocou tanta desordem que a AAP contratou um assessor de segurança para tentar garantir manifestações mais pacíficas no futuro.

“Foi uma cena de guerra”, disse Sashbin, que descreveu as “gritarias” que acabaram se aquietando e se transformando em discussão.

O Dr. Robert Spitzer, que estava encarregado da mudança do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais, reverteu sua posição sobre a terapia para a atração indesejada de mesmo sexo aproximadamente 30 anos depois para apoiar tal terapia com base em sua própria pesquisa.

Embora tivesse expressado cautela com o tratamento para a atração de mesmo sexo, a AAP atualmente declara que há “evidências insuficientes” para aprovar ou desacreditar tal terapia.

Notícias Pró-família

1 COMENTÁRIO

Deixe uma resposta

Por favor, insira seu comentário!
Por favor, insira seu nome aqui.

5 × 3 =