Informativo “O Pantokrator” – Edição 36

0

A solenidade de Maria Santíssima, Mãe de Deus, é a primeira festa mariana que apareceu na Igreja do Ocidente.

Caro leitor;

“Quis, porém, o Pai das misericórdias, que a encarnação fosse precedida pela aceitação daquela que era predestinada a ser Mãe de seu Filho, para que, assim como contribui para a morte, a mulher também contribuísse para a vida” (Concílio Vaticano II). Ela é a Mãe de Deus.
O profeta Isaías escreveu: “Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel [Deus conosco].” (Is 7,14). Claramente o profeta declara que o filho da virgem será divino, portanto a maternidade da virgem também é divina, o que a faz ser Mãe de Deus.

Mae-de-Jesus1

“Maria é verdadeiramente Mãe de Cristo, que é verdadeiro Filho de Deus”. Maria é “Theotókos” (Theo = Deus, Tokos = mãe)! Mãe de Deus. Santo Agostinho: “Maria é Mãe de Deus, feita pela mão de Deus”. (S. Agost. in orat. ad heres.).
Jesus, Filho de Deus, é Filho de Maria. É sangue de Maria, é a carne de Maria. Fica em Jesus a marca de Maria, o caráter, e até, não esqueçamos, a herança genética, a fisionomia, a voz, a carne de Maria. Seu corpo é todo feito do corpo de Maria. Como Jesus não foi gerado pelo sêmen de um homem, biologicamente tudo lhe veio de Sua Mãe. Por isso dizia Santo Agostinho: “A carne de Jesus é a carne de Maria”.
O útero de Maria foi o lugar escolhido por Deus para celebrar de modo carnal, humano, concreto e material a Nova e Eterna Aliança entre o céu e a terra.

FAÇA AQUI O DOWNLOAD DO INFORMATIVO!

No ventre de Maria, Deus marcou um encontro definitivo e eterno com a história humana. Ele está no meio de nós e se fez carne na carne de Maria. Deus se fez homem, sem deixar de ser Deus, e isto se fez por meio de Maria: ela deu a Jesus a carne e o sangue humanos; assim, tornou-se um elo definitivo de ligação entre o céu a terra. Que por tão grande honra e poder diante de Deus, ela conceda também a nós a grande graça da humildade, do aniquilamento do próprio eu, do escondimento, do silêncio, da renúncia a todas as pompas, glórias e prazeres vazios deste mundo.

Lucimara Viera
Consagrado da Comunidade Católica Pantokrator

ABAIXO VOCÊ PODE LER ON LINE O INFORMATIVO O PANTOKRATOR

 

Deixe uma resposta

Por favor, insira seu comentário!
Por favor, insira seu nome aqui.