Informativo “O Pantokrator” – Edição 21

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No dia 1º de outubro, a Igreja celebra a memória de Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, doutora da Igreja e padroeira das missões, juntamente com São Francisco Xavier. Trata-se de uma jovem carmelita, que faleceu aos 24 anos, depois de ter vivido apenas 9 anos no Carmelo de Lisieux, França, no final do século XIX. Mas o que essa jovem religiosa pode ter descoberto de tão extraordinário, em sua caminhada para a santidade, a ponto de ser proclamada Doutora da Igreja? O que ela tem a nos ensinar?

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Teresinha ‘desentulhou o caminho da santidade’, indicando-nos uma via nova para alcançar a santidade, a via da infância espiritual, que consiste em permanecer criança diante de Deus, com um coração dependente e abandonado em Seus braços, que deseja acima de tudo agradar o coração do Pai, deseja responder ao Seu amor, e por isso busca amá-lO, bem como aos outros, com todas as forças do seu coração. Um coração que confia cegamente na misericórdia de Deus, e que por isso não recua ou se fecha quando acontecem as quedas, mas se arrepende e se levanta prontamente, firmado no Amor Misericordioso do Pai.

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Esta ‘pequena via’, como a própria Teresinha chamava seu caminho de infância, é o fruto de sua própria experiência, que a fez conhecer e tocar o Amor Misericordioso de Deus: “Como o sabeis, sempre desejei ser santa. Mas, que tristeza! Quando me confronto com os santos, sempre verifiquei que há entre eles e eu a mesma diferença que existe entre a montanha, cujo cimo desaparece nos céus, e o obscuro grão de areia, pisoteado pelos transeuntes. Em vez de desanimar, pensei: O Bom Deus não seria capaz de inspirar-me desejos irrealizáveis. Posso, por conseguinte, aspirar à santidade, não obstante minha pequenez. Ficar maior, não me é possível. Devo, pois, suportar-me como sou, com todas as minhas imperfeições. Mas, procurarei um meio de ir para o céu por uma trilha bem reta, bem curta, uma trilha inteiramente nova. (…) Por mim, gostaria de encontrar um elevador para me erguer até Jesus, porque sou pequenina demais para subir a dura escada da perfeição. Busquei, então, nos Sagrados Livros uma indicação do elevador, (…) e li estas palavras (…): ‘Se alguém é PEQUENINO, venha a mim”, e ainda, “Como uma mãe que acaricia seu filhinho, assim vos consolarei, e vos acalentarei em meu regaço!” Oh! Nunca vieram alegrar minha alma palavras tão melodiosas! O elevador que me conduzirá até o céu são vossos braços, ó Jesus!

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