Itália: Um milhão de pessoas em Roma contra a “Ideologia de Gênero”.

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Conforme notícia da “Agência France-Presse”, no último sábado, 20 de junho de 2015, dia em que se celebra o “Dia da Família”, aconteceu em Roma  uma gigantesca manifestação contra o “casamento” homossexual e a introdução da absurda “Ideologia de Gênero” nas escolas da Itália — projetos em discussão no Parlamento do país.

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Segundo o “Le Monde” (21-6-15) e o “Il Giornale” (20-6-15), os organizadores da manifestação informaram que o total de participantes chegou a 1 milhão. Apesar da chuva, a praça San Giovanni in laterano, nas proximidades do centro histórico de Roma, bem como as ruas adjacentes, ficaram repletas de pais e mães com seus filhos, mas também de jovens e idosos. Eles defendiam os valores da instituição familiar, bradavam e portavam faixas com dizeres como “Não à Teoria de Gênero”, “Sim à Família tradicional”, “A família salvará o mundo”, “Vamos defender nossas crianças”, etc.

 Os pais italianos estão indignados, pois, sem consentimento deles, em muitas escolas da Itália o movimento homossexual está infiltrando sua “agenda” para (de)formar as mentes dos pequenos a seu favor.

Diversos movimentos participaram desse gigantesco evento pró-família, organizado pela associação denominada “Defendam Nossos Filhos”.

 Essa monumental reação ocorrida na Itália é um belo exemplo para o Brasil, pois também em muitas de nossas escolas — de modo sorrateiro, sem aprovação e sequer consulta aos pais — as crianças já estão sendo “doutrinadas” por essas absurdas teorias contrárias à lei natural e à lei divina e sem qualquer fundamento científico. 

Pais e mães devem estar alertas e devem procurar tomar conhecimento do que os “ideólogos de gênero” andam introduzindo nas escolhas de seus filhos. Tal nefasta “ideologia de gênero” ensina que é subjetivo o conceito de homem ou mulher, masculino e feminino, e que cada criança deve escolher o seu próprio “gênero”, por exemplo o “gênero homossexual”…

Neste domingo (21-6-15), o editorial da “Gazeta do Povo”, o mais importante jornal do Paraná, sob o título “Educação e teoria de gênero — Observa-se uma tentativa de impor aos estudantes teorias controversas e carentes de fundamentação científica”, denuncia que “Em 2014, quando o Congresso Nacional votou o Plano Nacional de Educação, a presença da teoria de gênero foi refutada pelos congressistas, também após intensos debates e pressão popular […]. Mas o que tem havido é uma pressão do Ministério da Educação para que os responsáveis pelos planos estaduais e municipais contemplem o que foi rejeitado no Congresso — isso, sim, constitui um desrespeito ao Legislativo federal e uma forma inaceitável de ‘virada de mesa’”.

Blog do Carmadélio

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