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Autoconhecimento feminino: como viver melhor sua feminilidade

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Autoconhecimento é uma necessidade natural de todo ser humano. É preciso saber quem somos, e não podemos viver sem descobrir o sentido da vida.

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Quem nunca se deparou com as perguntas: “Quem sou? De onde vim? Para onde vou?”  Essas são questões essenciais que precisam ser respondidas por cada um, para dar sentido à nossa vida.

“A riqueza do autoconhecimento esta além de saber quem e como somos, mas em aceitar o que somos. Somente pela aceitação da nossa própria realidade é que poderemos trabalhar as nossas fraquezas, pecados e misérias para nos tornarmos aquilo que devemos ser. O autoconhecimento é o caminho que nos ensina a aceitar como somos e nos faz buscar construir o nosso ser segundo o que Deus desejou para nós.” (Curso de Formação Humana – Comunidade Pantokrator)

No caminho do autoconhecimento é importante lembrar que Deus criou homens e mulheres com sexualidade diferente. Logo, homens e mulheres pensam de forma diferente, agem, sentem, se comunicam de forma diferente.

Somos diferentes para que possamos nos completar e cada um – homem e mulher – tem seu próprio valor e dignidade, pelo simples fato de serem criados à imagem e semelhança de Deus.

Sendo assim, como nós mulheres podemos viver melhor nossa feminilidade? Para que fomos criadas?

“Não é bom  que o homem esteja só”

Em Gn 2,18 – O Senhor Deus disse: “Não é bom  que o homem esteja só; vou dar-lhe uma ajuda que lhe seja adequada”. Deus chama a mulher de ‘ajuda’, ‘auxiliadora’”.

Surpreenda-se! Nós mulheres temos um papel muito importante na vida do outro e somos chamadas por Deus para auxiliarmos, ajudarmos, cooperarmos com dedicação na salvação dos homens. É importante no autoconhecimento feminino,  identificar as características inerentes do seu ser mulher, assim também se reconciliar com essas características próprias.

De maneira especial, através dessa citação bíblica percebemos que Deus já nos deu o dom de sermos auxílio para o outro. A mulher foi criada para ser dom para o outro. Somos capazes de gerar a vida onde estivermos, através da nossa presença, nosso humor, nossa alegria. A mulher trabalha com Deus para gerar vida – na criatividade, no trabalho, nos outros.  Além disso, portamos uma beleza que atrai e convida para vida, e é carregada de bondade generosa.

Ser mulher é dom, é graça!

É preciso ter coragem para olhar pra dentro do nosso coração e nos aceitar tal como somos. Também é preciso nos desenvolvermos para resgatar nossa essência, que muitas vezes é perdida, ou roubada pelos valores impostos da nossa sociedade. É urgente, é necessário, que nós mulheres saibamos reconhecer a essência da nossa criação feminina, e reconhecer o que falta em nós que faz parte dessa essência.

Acolher as próprias fraquezas para superá-las

No processo de autoconhecimento, saber reconhecer nossas fraquezas e limites, assim como nossa potência, nossos dons, nos faz livres para amar e sermos amadas assim como somos.

Nós mulheres, muitas vezes queremos ser perfeitas. Mas não aquela perfeição no amor, pregada por Jesus. Pensamos em tudo, achamos que podemos tudo suportar e conquistar. . A potência da nossa feminilidade é grande, porém essa “falsa verdade” de sermos perfeitas máscara quem realmente somos e nos faz buscar admiração das pessoas, porém o que na verdade queremos é ser amadas de verdade, como somos.

Em meio a tantas atividades, preocupações, rotina corrida, médicos, trabalho, filhos, marido, afazeres domésticos, etc… Quem nunca se sentiu guerreira?

Nós, mulheres, somos guerreiras também. Mas supõe-se que seja uma guerreira de um modo singularmente feminino. Em algum momento antes das tristezas da vida fazerem o possível para matar isso em nós, a maioria das jovens quer fazer parte de algo grandioso, de algo importante.   Queremos ter um papel insubstituível, um papel vital a desempenhar.

A feminilidade não pode ser prescrita como uma receita, mas é preciso nos conhecer a cada dia de maneira particular também. Vale lembrar que não somos determinadas por nossa história, seja de fracasso ou sucesso, mas é preciso lutar, perdoar, nos empenhar e nos conhecer para cada vez mais descobrirmos nossos limites, dons e nossa beleza.

É necessário que nos despertemos para os desejos que Deus colocou em nosso coração para que vivamos o papel que cabe a cada uma de nós desempenhar. Temos um tesouro – nossa feminilidade – nosso coração de mulher, e não podemos perder a riqueza que a feminilidade deveria trazer à nossa vida e a vida das pessoas.

Como mulher que sou, na minha busca de também me tornar a mulher que Deus sonhou, quero te encorajar: não tenha medo de assumir a sua essência, sendo cada dia mais feminina. Seja quem você é realmente e não tente surpreender outra pessoa por aquilo que você não é. Seja tolerante com os seus limites e seus erros. Eu diria, seja a primeira a dar “risada” dos seus erros. Nos cobramos em demasiado, porém é preciso lembrar que somos humanas, cometemos erros. Essa leveza por não carregarmos o peso de sermos perfeitas, nos ajuda e muito a assumirmos nossa feminilidade realmente como é.

Este grande caminho a ser descoberto, só está começando.

Viviane Righeti Martins
Consagrada da Comunidade Pantokrator

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Ao tornar-se um Construtor da Fé você participa da Obra de Pantokrator e constrói a fé no coração de milhares de pessoas mensalmente atingidas pela nossa Obra. E ainda colabora na estrutura missionária e na formação dos sacerdotes da Comunidade Pantokrator.

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