Aumenta a rejeição ao aborto no Brasil

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O jornal Folha de SP (11.10.2010) anunciou o resultado da pesquisa do “Data Folha” que conclui em seu levantamento mais recente que “71% afirmam que legislação sobre o tema deve ficar como está e 7% apóiam a descriminalização, diz Datafolha”. Diz o jornal que “o apoio à proibição do aborto é a mais alta em 17 anos, desde que o levantamento começou a ser feito pelo instituto”.

Este dado mostra com clareza transparente que o povo brasileiro está muito longe de desejar que o aborto seja descriminalizado no país.

Trata-se de um crime hediondo que a lei deve condenar severamente. A galinha não mata seus pintinhos no ovo e nem mesmo a cobra mais venenosa mata seus filhotinhos antes de nascerem. A vida é sagrada; é um dom de Deus que precisa ser respeitado da concepção até a morte natural.

O apoio à proibição do aborto é o mais alto no Brasil desde 1993, quando o Datafolha começou a série pesquisas sobre o tema.

Atualmente, o Código Penal brasileiro classifica o aborto entre os crimes contra a vida. A pena prevista para a mulher que o provocar ou permitir a prática em si mesma vai de um a três anos de detenção (artigo 124).

O código prevê duas situações em que o aborto não é crime (artigo 128): se não há outro meio de salvar a vida da gestante e se a gravidez é resultado de estupro.

Mas a Igreja não aceita o aborto também nesses casos porque ninguém pode matar uma criança em caso algum. O médico deve dar à mulher todo o tratamento que for necessário para evitar sua morte, mas não pode matar a criança para salvá-la; são duas vidas sagradas que diante de Deus tem o mesmo valor.

No caso de estupro pior ainda, pois quem deve ser punido é o estuprador e não a criança inocente; a justiça deve punir o criminoso e não a criança inocente tirando-lhe o direito de viver. Muitas mulheres que foram estupradas e engravidaram tiveram a grandeza de alma de respeitar a vida inocente gerada no seu seio, e amam muito esses filhos. Se desejar veja esses testemunhos em meu livro ABORTO NUNCA!

Prof. Felipe Aquino – 11.10.2010

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